09 March, 2026
Talvez o problema do treino de guarda-redes não esteja no guarda-redes.
É uma verdade pouco popular no futebol: quando um guarda-redes não evolui, o treinador raramente se inclui na equação.
Uma palestra de Borja Fernández lança uma provocação direta: e se o maior limite do treino for o próprio treinador?
Muitos treinadores trabalham em piloto automático. Repetem exercícios porque “sempre funcionaram”, seguem planos rígidos, copiam tarefas de outros contextos — mesmo quando o guarda-redes à frente deles pede outra coisa.
O resultado? Sessões organizadas, mas pouco transformadoras.
O futebol moderno exige treinadores capazes de:
Quantas vezes avaliamos o rendimento do guarda-redes…
…em vez de avaliarmos a nossa própria forma de treinar?
Uma palestra de Borja Fernández lança uma provocação direta: e se o maior limite do treino for o próprio treinador?
Muitos treinadores trabalham em piloto automático. Repetem exercícios porque “sempre funcionaram”, seguem planos rígidos, copiam tarefas de outros contextos — mesmo quando o guarda-redes à frente deles pede outra coisa.
O resultado? Sessões organizadas, mas pouco transformadoras.
O futebol moderno exige treinadores capazes de:
- ajustar o treino em tempo real
- ouvir o guarda-redes
- aceitar o erro como parte do processo
- abandonar o conforto do plano fechado
Quantas vezes avaliamos o rendimento do guarda-redes…
…em vez de avaliarmos a nossa própria forma de treinar?
